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LUZ INTERNA
"Quando a capela da Sede Central
da SRF estava sendo redecorada, alguém
sugeriu a idéia de se manter uma vela
com chama perpétua, acesa pelo Mestre.
E o Mestre disse: “Eu gostaria de
sentir que a luz da devoção por Deus
que acendi em seus corações será eterna.
Nenhuma outra luz é necessária.”

QUEM É O VERDADEIRO
GURU
“Mestre, o Dr. Lewis foi seu primeiro
discípulo neste país, não foi?”
O Mestre respondeu: “É o que dizem”.
Ao ver que a pessoa que fez a pergunta
ficou um pouco desconcertada, o Mestre
acrescentou: “Eu nunca digo que as pessoas
são minhas discípulas. Deus é o Guru.
Elas são discípulas Dele.”

O HOJE IMPORTA
Alguns discípulos, rodopiando no
redemoinho da atividade, estavam negligenciando
sua meditação. Vendo isso, o Mestre
disse:
“Não digam: ‘Amanhã meditarei mais.
Amanhã farei isso e aquilo.’ De repente
vão descobrir que um ano se passou sem
que tenham feito o que pretendiam. Ao
invés disso, digam: ‘Isso pode esperar,
aquilo pode esperar, mas a minha busca
por Deus não pode esperar’.”

OBEDIÊNCIA
Um discípulo com mentalidade racional
gostava de discutir com o Mestre. E
o Mestre disse:
“Não discuta comigo, pois em seus
argumentos lógicos deixará escapar muita
verdade. Com fé, você precisa estar
sempre sintonizado com o que digo ou
peço para fazer. Terá assim melhores
resultados e bênçãos.”

EQUILÍBRIO
Em resposta a discípulos e outras
pessoas que não conseguiam compreender
como era possível combinar meditação
e atividade num único caminho, o Mestre
freqüentemente explicava: “Seja calmamente
ativo e ativamente calmo”.

DEUS NO CORAÇÃO
Um homem, embora profundamente atraído
pelo Mestre, não ouvia seus conselhos.
Entretanto, o Mestre disse a respeito
dele: “Não posso ficar zangado, pois
vejo que Deus está em seu coração. Ele
comete muitos erros sérios, mas é bom
e Deus sabe disso. Se ele me permitisse,
eu o levaria até Deus, mas ainda assim
chegará lá em tempo. Ele é como um Cadilaque
atolado na lama.”

A DÚVIDA
Um dos discípulos perguntou ao Mestre:
“É bom acreditar cegamente?”
E o Mestre disse: “Há dois tipos
de dúvida: a destrutiva e a construtiva.
A dúvida destrutiva é o ceticismo habitual.
As pessoas que têm esse hábito mental
jamais fazem qualquer coisa para descobrirem
a verdade.
“Por outro lado, a dúvida construtiva
é o questionamento inteligente. Não
é bom ter uma descrença arbitrária sem
sequer investigar, pois esse tipo de
dúvida é como estática no rádio mental,
que o faz perder a programação interior.”
  

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